Eliminar Cupins

Descupinização

A descupinização será realizada após a indetificação da espécie.

Descupinização com Tratamento em madeiramento – Serão feitas furações estratégicas para injeção do inseticida no madeiramento. Após este procedimento, realiza-se uma pulverização externa, criando uma camada de proteção.

Descupinização com Barreira química

Paredes de alvenaria ou lajes de concreto são furadas com brocas especificas. O inseticida será injetado, impedindo a invasão e circulação dos cupins nas áreas tratadas.

Descupinização com Tratamento de conduítes

A aplicação será feita por meio de bloqueio com pó químico através de povilhadeiras.

Descupinização com Tratamento de solo

Será através de encharcamento do solo com inseticidas, em uma trincheira de aproximadamente 30 cm de profundidade, ou com lanças que penetram o solo, em todo o perímetro da área infestada.

Descupinização Localizado

Consiste em aplicar a calda cupinicida diretamente no local afetado por injeção, tratando cada ponto separadamente.

A descupinização será realizada para cada tipo de tratamento, utilizamos técnicas especiais e equipamentos apropriados, como pulverizadores de alta pressão, trados e agulhas injetoras. São solventes de baixo odor e de maior penetração na madeira com cupinicida de maior efeito residual choque e desalojante.

No tratamento definitivo contra ataques de cupins dispomos de técnicos especializados e equipamentos de ponta, resultando em qualidade total nos serviços prestados. Das várias espécies de cupins existentes na área urbana, os cupins subterrâneos são os mais destrutivos.

Eliminamos e fazemos a prevenção de vários tipos de Cupins

* cupins subterrâneos

* cupins de madeira seca

* brocas

Cupins Subterrâneos e cupins de madeira seca

Os cupins subterrâneos são assim denominados por construírem seus ninhos no solo, em vãos estruturais, como: caixões perdidos em edifícios, vãos entre lajes, paredes duplas, ou qualquer outro espaço confinado que exista em uma estrutura, seja ela uma residência, indústria ou comércio.

Vale a pena lembrar que, além do solo, os cupins subterrâneos podem construir seus ninhos em vãos estruturais. Esta é uma característica que os diferencia dos cupins de madeira seca que se alojam somente em madeiramentos, cujos ninhos estão confinados à madeira infestada.

Um dos sinais típicos de ataque de cupins subterrâneos são os caminhos que eles fazem sobre superfícies de alvenaria ou outro material. Feitos de terra, fezes e saliva, estes cupins constroem verdadeiros túneis que os protegem de predadores, perda de água e outros problemas.

Outra diferença entre os cupins de madeira seca e os cupins subterrâneos, é que os operários destes podem transitar em outros meios que não a madeira, na busca por alimento. O cupim de madeira seca, ao consumir toda a madeira que o abriga, se não tiver acesso a outra madeira em contato com a primeira, condena a sua colônia a morte. A vida útil da colônia está, assim, ligada à duração da fonte de alimento. Os cupins subterrâneos, podendo sair da colônia em busca de alimentos, não têm este problema, dada a fartura de elementos a base de celulose que se encontram na natureza ou nas proximidades do próprio ninho.

Brocas

São besouros, portanto insetos, e têm vida isolada e pertencem à ordem Coleoptera. Estes insetos são chamados xilófagos, pois se alimentam do lenho da madeira (tecido xilemático) em pelo menos um estágio de seu desenvolvimento.

Muitas vezes as infestações de cupins e brocas acabam sendo confundidas, já que assim como os cupins, as brocas de madeira também criam pequenos buracos na madeira por onde saem resíduos.

Temos mais de 300 mil espécies. Esses besouros furam a madeira em busca de alimento e abrigo. Apresentam os seguintes estágios; ovo, larva, pupa e adulto. São as larvas que atacam as madeiras para se alimentar. Preferem peças de vime ou cipó, que são menos resistentes.

 

O Cupim é um inseto da ordem Isoptera, que contém cerca de 2.800 espécies catalogadas no mundo. Esses insetos são mais conhecidos por sua importância econômica como pragas de madeira e de outros materiais celulósicos, ou ainda pragas agrícolas, entretanto, apenas cerca de 10% das espécies conhecidas de cupins,estão registradas como tal.

A maioria das espécies de cupins vive nas regiões tropicais e subtropicais, com algumas poucas se estendendo até latitudes mais elevadas, raramente além de 40o norte ou sul.

Aparentemente inofensivos, os cupins perdem as asas, caem no solo, juntam-se em pares e iniciam a busca em alguma parte do ambiente humano para a construção de um novo ninho.Sem beleza natural e dotada de um vôo descompassado e sem graça ao redor de um ponto luminoso, as formas aladas dos cupins se mostram nos ambientes formando grandes nuvens, geralmente ao entardecer dos dias ensolarados em algumas épocas do ano.

 

Todos os cupins são eussociais, possuindo castas estéreis (soldados e operários). Uma colônia típica é constituída de um casal reprodutor, rei e rainha, que se ocupa apenas de produzir ovos; de inúmeros operários, que executam todo o trabalho e alimentam as outras castas; e de soldados, que são responsáveis pela defesa da colônia.

Os cupins vivem em sociedade altamente eficiente e organizada. Infelizmente esta organização e eficiência causam fortes danos.

Etapas do tratamento: Descupinização

  • Inspeção do local;
  • Identificação do inseto;
  • Tratamento (técnica a ser adotada);
  • Selecionar produto;
  • Selecionar equipamentos;
  • Profilaxia;
  • Retirar núcleos/sub-núcleos;
  • Garantia (estabelecer cronograma de inspeção pós-tratamento).

Somos uma empresa especializada na eliminação de cupins!

Fazemos uma inspeção no local, identificamos o cupim, decidimos a melhor técnica a ser adotada, usamos produtos e equipamentos adequados e garantimos sua eliminação. Também fazemos tratamentos de prevenção.

O Coptotermes Gestróe é a espécie de cupim subterrâneo invasora de estruturas no meio urbano de maior importância econômica no Brasil.

Dentro da família Rhinotermitidae encontram-se os cupins que mais prejuízos causam à madeira, em todo o mundo. Existem cerca de 45 espécies de cupins descritas e, dentre elas, o Coptotermes havilandi, que infesta estruturas no Brasil. Acredita-se que o C.Gestróe foi introduzido em 1923, através de importações de materiais infestados que chegaram por cidades portuárias.

O soldado desta espécie apresenta a cabeça arredondada, de cor amarelo claro, com mandíbulas proeminentes e são dotadas de um poro localizado atrás das mandíbulas, conectado a uma glândula cefálica, chamado de fontanela. Esta glândula produz um líquido viscoso, do tipo cola, que é usado para defesa, sendo excretado em grande volume (proporcionalmente) quando encontram-se em perigo. O soldado possui uma cabeça mais avantajada, necessária para sustentar as mandíbulas na defesa da colônia.

>A rainha e o abdome fisiogátrico: o tamanho é resultado do acúmulo de ovos em desenvolvimento dentro de seu corpo para dar conta das milhares de posturas características de algumas espécies.

Os ninhos são volumosos e, normalmente, quando não construídos no solo, encontram-se em locais ocultos e úmidos tais como porões, caixões perdidos, paredes e lajes duplas, frestas em construções, poços de ventilação e de elevadores, espaços vazios abaixo do pisos, caixas de eletricidade e telefonia, etc. Este cupim não necessita de contato com solo para se desenvolver, desde que tenha contato com a água (há casos de infestação em prédios apenas nos andares mais altos). No entanto, o foco principal pode estar no próprio solo.

Uma das principais características deste cupim é que não estão restritos à peça atacada, podendo infestar domicílios, árvores ornamentais, madeiras em geral (parques, jardins). Árvores ornamentais podem servir de excelentes abrigos para cupins, contendo colônias no interior do tronco ou abaixo das raízes.

Para passar de um local a outro, a procura de alimentos, os operários fazem túneis no solo. Quando se deparam com ambientes abertos, os cupins operários utilizam fezes e partículas de solo cimentadas com saliva, na construção de galerias de comunicação, formando longos túneis que os protegem do ataque de inimigos naturais e da perda de umidade. Estes túneis são o principal sinal de ataque por cupim subterrâneo em estruturas e podem estar camuflados pela infinidade de espaços e frestas que permeiam as edificações, tais como juntas de dilatação, rachaduras, conduítes elétricos e telefônicos, frestas de instalações hidráulicas ou de ar condicionado e prumadas de esgoto, típicas de prédios etc.

O crescimento da colônia é muito mais rápido do que o crescimento da colônia de cupim de madeira seca. O ninho formado por um casal apresenta, um ano após o acasalamento, cerca de 40 indivíduos entre soldados e operários.

Da mesma maneira que os cupins de madeira seca, quando os sinais de infestação tornam-se aparentes, muitas vezes o prejuízo já é de grande monta, nada mais restando ao proprietário do imóvel que controlar a infestação e consertar os locais atacados.

Por apresentarem colônia muito grande, as revoadas dos CGestróe são de grande porte, envolvendo centenas de indivíduos. Ocorre normalmente entre as 17 e 20 horas, no início da primavera, quando a umidade favorece (pode no entanto revoar mais tarde). Este período favorável para revoadas, em São Paulo e Rio de Janeiro, se estende de agosto a dezembro.